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Panorama das eleições

Atualizado: 9 de Dez de 2018


As eleições de outubro de 2018 não definirão apenas o presidente da república durante os próximos quatro anos. É muito mais. Pouca gente está tendo a noção de que ela poderá determinar o destino de uma nação inteira, que, se fizer a escolha errada, poderá tomar um caminho sem volta dentro deste século.


Sim. Não é exagero: veja quanto tempo leva para conseguir reverter um processo de destruição, quando nações inteiras caem nas garras do totalitarismo — se é que conseguem reverter um dia. Exemplos são muitos na história.


De um lado temos o PT tentando voltar ao poder. Um partido que institucionalizou a corrupção na intenção de costurar a famosa “governabilidade” bolivariana, financiada principalmente pelo Mensalão e Petrolão para subjugar o Parlamento às vontades do Executivo.


E para que tudo isso? Para se perpetuar no poder indefinidamente, enquanto aparelhava todo o estamento burocrático da forma como podia. O PT foi o maior risco à democracia que o Brasil já correu na sua história e – não por acaso – o fundador do Foro de São Paulo tem ambições muito explícitas sobre o destino da América Latina e o papel do Brasil dentro da sonhada “Pátria Grande” Socialista.


O voto no PT é o voto pelo atraso, pelo fracasso, pela distribuição democrática da pobreza e da concentração da riqueza nas mãos dos “amigos do rei”. É a destruição completa da cultura, da moral, das crianças, dos jovens e, enfim, do Brasil.


Mas muitos que sabem disso, que se dizem antipetistas, moderados e contra qualquer tipo de radicalismo, tentam passar uma ideia – estúpida – de que Jair Bolsonaro é o equivalente ao PT, porém de direita. Nada mais falso: Bolsonaro é quem leva facada, o PT é quem esfaqueia. Bolsonaro é quem expõe os corruptos, o PT é o partido recordista de condenações. Bolsonaro é quem protege a inocência das crianças nas escolas, o PT é quem quer sexualizá-las a partir dos 6 anos de idade sem que os pais saibam. Bolsonaro defende quem trabalha e produz, o PT defende quem invade terreno e espalha o terror entre pessoas de bem. Nessa comparação, só há UM extremista! E não é o JB.


Mas, engana-se quem acha que entre PT e Bolsonaro, existe um centro e uma esquerda moderada capazes de levar à frente o progresso que o PT prometeu, sem descambar novamente para a práticas pútridas que, de fato, o PT entregou.


Vejamos: Ciro Gomes é o truculento coronel que aposta numa perspicácia retórica para passar as propostas econômicas mais absurdas como algo decente e possível aos olhos do leigo. Já declarou abertamente que, se ganhar, libertará o Lula e colocará o Ministério Público e Poder Judiciário “de volta na sua caixinha” (???). Além de que a sua candidatura conta com nada mais nada menos do que o apoio do PARTIDO COMUNISTA CHINÊS! Que bem eles podem estar tramando para o futuro do Brasil?


Marina Silva é a nulidade política que, mesmo sendo evangélica, considera o aborto moralmente aceitável e que, mesmo tendo passado toda a carreira na aba do PT, se apresenta, agora, como opção antipetista.


Geraldo Alckmin é o nome escolhido para receber o apoio de todo o “centrão” e de tudo aquilo que a classe política tem de pior. Estão todos unidos apostando todas as suas fichas na candidatura de Alckmin para não perder o acesso ao poder. Alguém, ainda assim, poderia considerá-lo um voto em prol da “mudança”?


Esses são os principais candidatos da centro-esquerda e, por isso – e muito mais –, podemos dizer que são todos farinha do mesmo saco! Tanto é que já sinalizam uma união, no segundo turno, contra o seu adversário em comum da direita, para impedir a tragédia (para eles) que se consolida a cada dia: a de um candidato de fora dessa máfia vencer e acabar com essa palhaçada que se arrasta há décadas!


Do lado de cá, na direita, temos dois: o liberal Amoedo e o conservador Jair.


Amoedo é um candidato que muitos, que andam extremamente preocupados com os rumos da economia e da corrupção, passaram a cogitar. Porém, com uma intenção de voto de cerca de 3%, o único papel que Amoedo pode desempenhar nessas eleições, de fato, é o de dividir votos e atrapalhar a viabilidade de algum candidato realmente forte da direita fazer frente à esquerda: o que deve ser o objetivo principal de todos os brasileiros de bem.


Além disso, o candidato que se diz “Novo”, já declarou que num eventual segundo turno entre Bolsonaro e PT, se manteria neutro. Ora, não existe neutralidade diante da possibilidade de volta do PT ao poder. Esse partido já declarou, em exame de consciência feito e registrado em convenção aberta, que o maior erro cometido em todos os seus anos de governo foi o de não ter conseguido subjugar as Forças Armadas (segundo eles, última barreira de resistência à revolução) e, ainda, que seria imprescindível promover um controle rígido da imprensa! Não se opor à isso com todas as suas forças é a mesma coisa que contribuir deliberadamente com o plano, o que coloca seriamente em dúvida a integridade moral do candidato “Novo”.


E, por fim, chegamos ao Jair Bolsonaro. Um cara que está há 30 anos na política sem jamais ter tido seu nome envolvido em um caso de corrupção sequer; que é odiado por todos os candidatos citados acima; por todos os partidos políticos; por toda a mídia vendida; por toda a classe dos “intelectuais”, que dão a sua contribuição diária pela destruição da mente e consciência do povo; pelos bandidos; pelos usuários de drogas, pelas aborteiras; pelas feministas raivosas, pelos comunistas, por quem odeia Deus, por quem odeia trabalhar, pela CUT, pelo MST, pelos radicais ativistas lgbt’s, pelos professores militantes, pelos anarquistas, pelas minorias manipuladas e – é claro – pelos preguiçosos mal informados.


Se esse candidato incomoda TANTO tudo o que há de pior nesse país, ele deve estar fazendo um GRANDE trabalho! E tem feito mesmo, desde que chegou ao Congresso, Bolsonaro tem pregado no deserto e travado, sozinho, uma batalha contra todo o establishment, de uma forma heróica. Não digo de uma forma perfeita, mas da forma como pôde: se expôs, deu a cara à tapa, acertou, errou, foi pra cima do que achava errado e lutou até o fim pelo que achava certo. Foi amado por muitos e odiado por outros tantos, mas nunca ninguém ousou questionar a sua sinceridade.


Conforme o tempo foi passando e o caos intelectual e moral que a esquerda enraizou na cultura foi se transformando em uma paralisante crise política e econômica, mais ouvidos foram se abrindo para prestar atenção no que aquele “louco” dizia.


E não é que ele tinha razão?!


E aí, meu amigo, todos aqueles que detinham, em mãos, a posse da narrativa e, por isso, podiam transformar qualquer um, em mocinho ou bandido, em santo ou nazista, da noite para o dia, viram-se desmoralizados. Suas matérias não surtiam mais efeito. Suas opiniões viravam memes e piada na boca do povo. Suas manipulações criminosas começaram a ser expostas, uma a uma. A aliança ideológica pela corrupção da pátria foi desmantelada e aqueles que estavam mergulhados na bolha da Revolução Cultural, abriram os olhos, tomaram consciência do momento histórico em que estamos e se alistaram para esse exército. Um exército, curiosamente, comandado por um Capitão.


Essa é a história de como o “louco” virou Mito. E a história política desse Mito tem tudo o que um grande épico precisa: tem a valentia do personagem principal, sozinho, medindo forças contra adversários poderosos; tem o suspense de todos os conflitos plantados no caminho com a intenção de pará-lo (processos, difamação, injustiças etc.); tem a ascensão, vista na explosão da sua candidatura; o clímax com a tentativa de assassinato; e, se Deus quiser, o grande desfecho que será a vitória final.


Poucos percebem o fato de que aquele “louco”, o “improvável”, o candidato de quem a mídia e os adversários riam, recebeu uma missão de Deus, que quer muito ver esse país dar alegrias ao seu povo. E, quando é assim, ninguém pode pará-lo! Hoje, ele é quem ri dos seus adversários e da mídia, que, mesmo com todo o dinheiro e poder à disposição, estão completamente IMPOTENTES diante do fenômeno Bolsonaro. Engraçado, não?


Se ele ainda nem se elegeu e já conseguiu proporcionar uma virada como essa, imagine o que poderá fazer com a faixa verde e amarela no peito e a famosa caneta deserquerdizadora na mão.


Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos. É melhor “Jair” se acostumando!


Pedro Delfino

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